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      Docker

      Como Instalar e Usar o Docker Compose no CentOS 7


      Introdução

      O Docker é uma ótima ferramenta para automatizar o deployment de aplicações Linux dentro de containers de software, mas para aproveitar realmente ao máximo seu potencial, é melhor se cada componente de sua aplicação for executado em seu próprio container. Para aplicações complexas com muitos componentes, orquestrar todos os containers para iniciar e encerrar juntos (para não mencionar ter que falar uns com os outros) pode rapidamente tornar-se problemático.

      A comunidade Docker apareceu com uma solução popular chamada Fig, que permitia usar um único arquivo YAML para orquestrar todos os containers e configurações do Docker. Isso se tornou tão popular que a equipe do Docker decidiu fazer o Docker Compose com base nos fontes do Fig, que agora está obsoleto. O Docker Compose torna mais fácil para os usuários orquestrarem os processos de containers do Docker, incluindo inicialização, encerramento e configuração de links e volumes dentro de containers.

      Neste tutorial, você instalará a versão mais recente do Docker Compose para ajudá-lo a gerenciar aplicações de vários containers e explorará os comandos básicos do software.

      Conceitos de Docker e Docker Compose

      A utilização do Docker Compose requer uma combinação de vários conceitos diferentes do Docker em um, portanto, antes de começarmos, vamos analisar alguns dos vários conceitos envolvidos. Se você já estiver familiarizado com os conceitos do Docker, como volumes, links e port forwarding, você pode querer ir em frente e pular para a próxima seção.

      Imagens Docker

      Cada container Docker é uma instância local de uma imagem Docker. Você pode pensar em uma imagem Docker como uma instalação completa do Linux. Geralmente, uma instalação mínima contém apenas o mínimo de pacotes necessários para executar a imagem. Essas imagens usam o kernel do sistema host, mas como elas estão rodando dentro de um container Docker e só veem seu próprio sistema de arquivos, é perfeitamente possível executar uma distribuição como o CentOS em um host Ubuntu (ou vice-versa).

      A maioria das imagens Docker é distribuída através do Docker Hub, que é mantido pela equipe do Docker. Os projetos open source mais populares têm uma imagem correspondente carregada no Registro Docker, que você pode usar para fazer o deploy do software. Quando possível, é melhor pegar imagens “oficiais”, pois elas são garantidas pela equipe do Docker e seguem as práticas recomendadas do Docker.

      Comunicação Entre Imagens Docker

      Os containers Docker são isolados da máquina host, o que significa que, por padrão, a máquina host não tem acesso ao sistema de arquivos dentro do container, nem a qualquer meio de comunicação com ele por meio da rede. Isso pode dificultar a configuração e o trabalho com a imagem em execução em um container Docker.

      O Docker tem três maneiras principais de contornar isso. O primeiro e mais comum é fazer com que o Docker especifique variáveis de ambiente que serão definidas dentro do container. O código em execução no container Docker verificará os valores dessas variáveis de ambiente na inicialização e os utilizará para se configurar adequadamente.

      Outro método comumente usado é um Docker data volume. Os volumes Docker vêm em dois tipos – internos e compartilhados.

      Especificar um volume interno significa apenas que, para uma pasta que você especificar para um determinado container Docker, os dados persistirão quando o container for removido. Por exemplo, se você quisesse ter certeza de que seus arquivos de log persistam, você poderia especificar um volume /var/log interno.

      Um volume compartilhado mapeia uma pasta dentro de um container Docker para uma pasta na máquina host. Isso permite que você compartilhe arquivos facilmente entre o container Docker e a máquina host.

      A terceira maneira de se comunicar com um container Docker é pela rede. O Docker permite a comunicação entre diferentes containers por meio de links, bem como o port forwarding ou encaminhamento de portas, permitindo que você encaminhe portas de dentro do container Docker para portas no servidor host. Por exemplo, você pode criar um link para permitir que os containers do WordPress e do MariaDB se comuniquem entre si e usem o encaminhamento de porta para expor o WordPress ao mundo externo, para que os usuários possam se conectar a ele.

      Pré-requisitos

      Para seguir este artigo, você precisará do seguinte:

      Uma vez que estes requisitos estejam atentidos, você estará pronto para seguir adiante.

      Passo 1 — Instalando o Docker Compose

      Para obter a versão mais recente, tome conhecimento dos docs do Docker e instale o Docker Compose a partir do binário no repositório GitHub do Docker.

      Verifique a release atual e se necessário, atualize-a no comando abaixo:

      • sudo curl -L "https://github.com/docker/compose/releases/download/1.23.2/docker-compose-$(uname -s)-$(uname -m)" -o /usr/local/bin/docker-compose

      Em seguida, defina as permissões para tornar o binário executável:

      • sudo chmod +x /usr/local/bin/docker-compose

      Logo após, verifique se a instalação foi bem-sucedida, checando a versão

      Isso imprimirá a versão que você instalou:

      Output

      docker-compose version 1.23.2, build 1110ad01

      Agora que você tem o Docker Compose instalado, você está pronto para executar um exemplo de “Hello World”.

      O registro público do Docker, o Docker Hub, inclui uma imagem simples “Hello World” para demonstração e teste. Ela ilustra a configuração mínima necessária para executar um container usando o Docker Compose: um arquivo YAML que chama uma única imagem.

      Primeiro, crie um diretório para o nosso arquivo YAML:

      Em seguida, mude para o diretório:

      Agora crie o arquivo YAML usando seu editor de texto favorito. Este tutorial usará o vi:

      Entre no modo de inserção, pressionando i, depois coloque o seguinte conteúdo no arquivo:

      docker-compose.yml

      my-test:
        image: hello-world
      

      A primeira linha fará parte do nome do container. A segunda linha especifica qual imagem usar para criar o container. Quando você executar o comando docker-compose up, ele procurará uma imagem local com o nome especificado, hello-world.

      Com isso pronto, pressione ESC para sair do modo de inserção. Digite :x e depois ENTER para salvar e sair do arquivo.

      Para procurar manualmente as imagens no seu sistema, use o comando docker images:

      Quando não há imagens locais, apenas os cabeçalhos das colunas são exibidos:

      Output

      REPOSITORY TAG IMAGE ID CREATED SIZE

      Agora, ainda no diretório ~/hello-world, execute o seguinte comando para criar o container:

      Na primeira vez que executarmos o comando, se não houver uma imagem local chamada hello-world, o Docker Compose vai baixá-la do repositório público do Docker Hub:

      Output

      Pulling my-test (hello-world:)… latest: Pulling from library/hello-world 1b930d010525: Pull complete . . .

      Depois de baixar a imagem, o docker-compose cria um container, anexa e executa o programa hello, que por sua vez confirma que a instalação parece estar funcionando:

      Output

      . . . Creating helloworld_my-test_1… Attaching to helloworld_my-test_1 my-test_1 | my-test_1 | Hello from Docker. my-test_1 | This message shows that your installation appears to be working correctly. my-test_1 | . . .

      Em seguida, imprimirá uma explicação do que ele fez:

      Output

      . . . my-test_1 | To generate this message, Docker took the following steps: my-test_1 | 1. The Docker client contacted the Docker daemon. my-test_1 | 2. The Docker daemon pulled the "hello-world" image from the Docker Hub. my-test_1 | (amd64) my-test_1 | 3. The Docker daemon created a new container from that image which runs the my-test_1 | executable that produces the output you are currently reading. my-test_1 | 4. The Docker daemon streamed that output to the Docker client, which sent it my-test_1 | to your terminal. . . .

      Os containers Docker só são executados enquanto o comando estiver ativo, portanto, assim que o hello terminar a execução, o container finaliza. Conseqüentemente, quando você olha para os processos ativos, os cabeçalhos de coluna aparecerão, mas o container hello-world não será listado porque não está em execução:

      Output

      CONTAINER ID IMAGE COMMAND CREATED STATUS PORTS NAMES

      Use a flag -a para mostrar todos os containers, não apenas os ativos:

      Output

      CONTAINER ID IMAGE COMMAND CREATED STATUS PORTS NAMES 50a99a0beebd hello-world "/hello" 3 minutes ago Exited (0) 3 minutes ago hello-world_my-test_1

      Agora que você testou a execução de um container, é possível explorar alguns dos comandos básicos do Docker Compose.

      Passo 3 — Aprendendo os Comandos do Docker Compose

      Para começar com o Docker Compose, esta seção irá examinar os comandos gerais que a ferramenta docker-compose suporta.

      O comando docker-compose funciona em uma base por diretório. Você pode ter vários grupos de containers do Docker em execução em uma máquina — basta criar um diretório para cada container e um arquivo docker-compose.yml para cada diretório.

      Até agora você tem executado o docker-compose up por conta própria, a partir do qual você pode usar o CTRL-C para fechar o container. Isso permite que as mensagens de debug sejam exibidas na janela do terminal. Isso não é o ideal; quando rodando em produção, é mais robusto ter o docker-compose agindo mais como um serviço. Uma maneira simples de fazer isso é adicionar a opção -d quando você fizer um up em sua sessão:

      O docker-compose agora será executado em segundo plano ou background.

      Para mostrar seu grupo de containers Docker (estejam interrompidos ou em execução no momento), use o seguinte comando:

      Se um container for interrompido, o State será listado como Exited, conforme mostrado no exemplo a seguir:

      Output

      Name Command State Ports ------------------------------------------------ hello-world_my-test_1 /hello Exit 0

      Um container em execução mostrará Up:

      Output

      Name Command State Ports --------------------------------------------------------------- nginx_nginx_1 nginx -g daemon off; Up 443/tcp, 80/tcp

      Para parar todos os containers Docker em execução para um grupo de aplicações, digite o seguinte comando no mesmo diretório que o arquivo docker-compose.yml que você usou para iniciar o grupo Docker:

      Nota: docker-compose kill também está disponível se você precisar fechar as coisas de maneira forçada.

      Em alguns casos, os containers Docker armazenarão suas informações antigas em um volume interno. Se você quiser começar do zero, você pode usar o comando rm para excluir totalmente todos os containers que compõem o seu grupo de containers:

      Se você tentar qualquer um desses comandos a partir de um diretório diferente do diretório que contém um container Docker e um arquivo .yml, ele retornará um erro:

      Output

      ERROR: Can't find a suitable configuration file in this directory or any parent. Are you in the right directory? Supported filenames: docker-compose.yml, docker-compose.yaml

      Esta seção abordou o básico sobre como manipular containers com o Docker Compose. Se você precisasse obter maior controle sobre seus containers, você poderia acessar o sistema de arquivos do container e trabalhar a partir de um prompt de comando dentro de seu container, um processo descrito na próxima seção.

      Passo 4 — Acessando o Sistema de Arquivos do Container Docker

      Para trabalhar no prompt de comando dentro de um container e acessar seu sistema de arquivos, você pode usar o comando docker exec.

      O exemplo “Hello World” sai depois de ser executado, portanto, para testar o docker exec, inicie um container que continuará em execução. Para os fins deste tutorial, use a imagem Nginx do Docker Hub.

      Crie um novo diretório chamado nginx e vá até ele:

      Em seguida, crie um arquivo docker-compose.yml em seu novo diretório e abra-o em um editor de texto:

      Em seguida, adicione as seguintes linhas ao arquivo:

      ~/nginx/docker-compose.yml

      nginx:
        image: nginx
      

      Salve o arquivo e saia. Inicie o container Nginx como um processo em background com o seguinte comando:

      O Docker Compose fará o download da imagem Nginx e o container será iniciado em background.

      Agora você precisará do CONTAINER ID para o container. Liste todos os containers que estão em execução com o seguinte comando:

      Você verá algo semelhante ao seguinte:

      Output of `docker ps`

      CONTAINER ID IMAGE COMMAND CREATED STATUS PORTS NAMES b86b6699714c nginx "nginx -g 'daemon of…" 20 seconds ago Up 19 seconds 80/tcp nginx_nginx_1

      Se você quisesse fazer uma alteração no sistema de arquivos dentro deste container, você pegaria seu ID (neste exemplo b86b6699714c) e usaria docker exec para iniciar um shell dentro do container:

      • docker exec -it b86b6699714c /bin/bash

      A opção -t abre um terminal, e a opção -i o torna interativo. /bin/bash abre um shell bash para o container em execução.

      Você verá um prompt bash para o container semelhante a:

      root@b86b6699714c:/#
      

      A partir daqui, você pode trabalhar no prompt de comando dentro do seu container. No entanto, lembre-se de que, a menos que você esteja em um diretório salvo como parte de um volume de dados, suas alterações desaparecerão assim que o container for reiniciado. Além disso, lembre-se de que a maioria das imagens Docker é criada com instalações mínimas do Linux, portanto, alguns dos utilitários e ferramentas de linha de comando aos quais você está acostumado podem não estar presentes.

      Conclusão

      Agora você instalou o Docker Compose, testou sua instalação executando um exemplo “Hello World” e explorou alguns comandos básicos.

      Embora o exemplo “Hello World” tenha confirmado sua instalação, a configuração simples não mostra um dos principais benefícios do Docker Compose — a capacidade de ligar e desligar um grupo de containers Docker ao mesmo tempo. Para ver o poder do Docker Compose em ação, confira How To Secure a Containerized Node.js Application with Nginx, Let’s Encrypt, and Docker Compose e How To Configure a Continuous Integration Testing Environment with Docker and Docker Compose on Ubuntu 16.04. Embora estes tutoriais sejam voltados para o Ubuntu 16.04 e 18.04, os passos podem ser adaptados para o CentOS 7.



      Source link

      Como Instalar e Usar o Docker no CentOS 7


      Introdução

      O Docker é um aplicativo que torna simples e fácil executar processos de aplicações em um container, que são como máquinas virtuais, apenas mais portáveis, mais fáceis de usar e mais dependentes do sistema operacional do host. Para uma introdução detalhada aos diferentes componentes de um container Docker, confira O Ecossistema do Docker: Uma Introdução aos Componentes Comuns.

      Existem dois métodos para instalar o Docker no CentOS 7. Um método envolve instalá-lo em uma instalação existente do sistema operacional. O outro envolve lançar um servidor com uma ferramenta chamada Docker Machine que instala automaticamente o Docker nele.

      Neste tutorial, você aprenderá a instalar e usar o Docker em uma instalação existente do CentOS 7.

      Pré-requisitos

      • Um Droplet CentOS de 64-bits
      • Um usuário não-root com privilégios sudo. Um servidor CentOS 7 configurado usando o guia de Configuração Inicial do Servidor com o CentOS 7.

      Nota: O Docker requer uma versão de 64 bits do CentOS 7, bem como uma versão do kernel igual ou maior que 3.10. O Droplet padrão do CentOS 7 de 64 bits atende a esses requisitos.

      Todos os comandos neste tutorial devem ser executados como um usuário não-root. Se o acesso como root for requerido para o comando, ele será precedido pelo sudo. O guia de Configuração Inicial do Servidor com o CentOS 7 explica como adicionar usuários e fornecer a eles o acesso ao sudo.

      Passo 1 — Instalando o Docker

      O pacote de instalação do Docker disponível no repositório oficial do CentOS 7 pode não ser a versão mais recente. Para obter a versão mais recente e melhor, instale o Docker a partir do repositório oficial do Docker. Esta seção mostra como fazer exatamente isso.

      Mas primeiro, vamos atualizar o banco de dados de pacotes:

      • sudo yum check-update

      Agora execute este comando. Ele adicionará o repositório oficial do Docker, baixará a versão mais recente do Docker e a instalará:

      • curl -fsSL https://get.docker.com/ | sh

      Após a conclusão da instalação, inicie o daemon do Docker:

      • sudo systemctl start docker

      Verifique se ele está em execução:

      • sudo systemctl status docker

      A saída deve ser semelhante à seguinte, mostrando que o serviço está ativo e em execução:

      Output
      ● docker.service - Docker Application Container Engine Loaded: loaded (/lib/systemd/system/docker.service; enabled; vendor preset: enabled) Active: active (running) since Sun 2016-05-01 06:53:52 CDT; 1 weeks 3 days ago Docs: https://docs.docker.com Main PID: 749 (docker)

      Por fim, certifique-se que ele vai iniciar em todas as reinicializações do servidor:

      • sudo systemctl enable docker

      A instalação do Docker agora oferece não apenas o serviço Docker (daemon), mas também o utilitário de linha de comando docker ou o cliente Docker. Vamos explorar como usar o comando docker mais adiante neste tutorial.

      Passo 2 — Executando Comandos Docker Sem Sudo (Opcional)

      Por padrão, executar o comando docker requer privilégios de root — isto é, você tem que prefixar o comando com sudo. Ele também pode ser executado por um usuário no grupo docker, que é criado automaticamente durante a instalação do Docker. Se você tentar executar o comando docker sem prefixá-lo com sudo ou sem estar no grupo docker, você obterá uma saída como esta:

      Output
      docker: Cannot connect to the Docker daemon. Is the docker daemon running on this host?. See 'docker run --help'.

      Se você quiser evitar digitar sudo sempre que executar o comando docker, adicione seu nome de usuário ao grupo docker:

      • sudo usermod -aG docker $(whoami)

      Você precisará sair do Droplet e voltar como o mesmo usuário para ativar essa mudança.

      Se você precisar adicionar um usuário ao grupo docker no qual você não está logado, declare este username explicitamente usando:

      • sudo usermod -aG docker username

      O restante deste artigo supõe que você esteja executando o comando docker como um usuário do grupo de usuários docker. Se você optar por não fazê-lo, por favor, prefixe os comandos com sudo.

      Passo 3 — Usando o Comando Docker

      Com o Docker instalado e funcionando, agora é a hora de se familiarizar com o utilitário de linha de comando. O uso do docker consiste em passar uma cadeia de opções e subcomandos seguidos por argumentos. A sintaxe assume este formato:

      • docker [option] [command] [arguments]

      Para ver todos os subcomandos disponíveis, digite:

      • docker

      A partir do Docker 1.11.1, a lista completa de subcomandos disponíveis inclui:

      Output
      attach Attach to a running container build Build an image from a Dockerfile commit Create a new image from a container's changes cp Copy files/folders between a container and the local filesystem create Create a new container diff Inspect changes on a container's filesystem events Get real time events from the server exec Run a command in a running container export Export a container's filesystem as a tar archive history Show the history of an image images List images import Import the contents from a tarball to create a filesystem image info Display system-wide information inspect Return low-level information on a container or image kill Kill a running container load Load an image from a tar archive or STDIN login Log in to a Docker registry logout Log out from a Docker registry logs Fetch the logs of a container network Manage Docker networks pause Pause all processes within a container port List port mappings or a specific mapping for the CONTAINER ps List containers pull Pull an image or a repository from a registry push Push an image or a repository to a registry rename Rename a container restart Restart a container rm Remove one or more containers rmi Remove one or more images run Run a command in a new container save Save one or more images to a tar archive search Search the Docker Hub for images start Start one or more stopped containers stats Display a live stream of container(s) resource usage statistics stop Stop a running container tag Tag an image into a repository top Display the running processes of a container unpause Unpause all processes within a container update Update configuration of one or more containers version Show the Docker version information volume Manage Docker volumes wait Block until a container stops, then print its exit code

      Para visualizar as opções disponíveis para um comando específico, digite:

      • docker subcomando-docker --help

      Para visualizar informações de todo o sistema, use:

      • docker info

      Passo 4 — Trabalhando com Imagens Docker

      Os containers Docker são executados a partir de imagens Docker. Por padrão, ele extrai essas imagens do Docker Hub, um registro Docker gerenciado pela Docker, a empresa por trás do projeto Docker. Qualquer pessoa pode criar e hospedar suas imagens no Docker Hub, de modo que a maioria das aplicações e distribuições Linux que você precisa para executar containers Docker tem imagens que estão hospedadas no Docker Hub.

      Para verificar se você pode acessar e baixar imagens do Docker Hub, digite:

      • docker run hello-world

      A saída, que deve incluir o seguinte, deve indicar que o Docker está funcionando corretamente:

      Output
      Hello from Docker. This message shows that your installation appears to be working correctly. …

      Você pode procurar imagens disponíveis no Docker Hub usando o comando docker com o subcomando search. Por exemplo, para procurar a imagem do CentOS, digite:

      • docker search centos

      O script rastreará o Docker Hub e retornará uma listagem de todas as imagens cujo nome corresponde à string de pesquisa. Nesse caso, a saída será semelhante a esta:

      Output
      NAME DESCRIPTION STARS OFFICIAL AUTOMATED centos The official build of CentOS. 2224 [OK] jdeathe/centos-ssh CentOS-6 6.7 x86_64 / CentOS-7 7.2.1511 x8… 22 [OK] jdeathe/centos-ssh-apache-php CentOS-6 6.7 x86_64 / Apache / PHP / PHP M… 17 [OK] million12/centos-supervisor Base CentOS-7 with supervisord launcher, h… 11 [OK] nimmis/java-centos This is docker images of CentOS 7 with dif… 10 [OK] torusware/speedus-centos Always updated official CentOS docker imag… 8 [OK] nickistre/centos-lamp LAMP on centos setup 3 [OK] …

      Na coluna OFFICIAL, o OK indica uma imagem criada e suportada pela empresa por trás do projeto. Depois de identificar a imagem que você gostaria de usar, você pode fazer o download dela para o seu computador usando o subcomando pull, assim:

      • docker pull centos

      Depois que uma imagem foi baixada, você pode então executar um container usando a imagem baixada com o subcomando run. Se uma imagem não tiver sido baixada quando o docker for executado com o subcomando run, o cliente do Docker primeiro fará o download da imagem e, em seguida, executará um container usando-a:

      • docker run centos

      Para ver as imagens que foram baixadas para o seu computador, digite:

      • docker images

      A saída deve ser semelhante ao seguinte:

      [secondary_lable Output]
      REPOSITORY          TAG                 IMAGE ID            CREATED             SIZE
      centos              latest              778a53015523        5 weeks ago         196.7 MB
      hello-world         latest              94df4f0ce8a4        2 weeks ago         967 B
      

      Como você verá mais adiante neste tutorial, as imagens que você usa para executar containers podem ser modificadas e usadas para gerar novas imagens, que podem então ser enviadas (push é o termo técnico) para o Docker Hub ou outros registros Docker.

      Passo 5 — Executando um Container Docker

      O container hello-world que você executou na etapa anterior é um exemplo de um container que é executado e sai após a emissão de uma mensagem de teste. Os containers, no entanto, podem ser muito mais úteis do que isso e podem ser interativos. Afinal, eles são semelhantes às máquinas virtuais, apenas mais fáceis de usar.

      Como um exemplo, vamos rodar um container usando a última imagem do CentOS. A combinação das chaves -i e -t fornece a você o acesso interativo ao shell no container:

      • docker run -it centos

      Seu prompt de comando deve mudar para refletir o fato de que você agora está trabalhando dentro do container e deve assumir esta forma:

      Output
      [root@59839a1b7de2 /]#

      Importante: Observe o ID do container no prompt de comando. No exemplo acima, ele é 59839a1b7de2.

      Agora você pode executar qualquer comando dentro do container. Por exemplo, vamos instalar o servidor MariaDB no container em execução. Não há necessidade de prefixar qualquer comando com o sudo, porque você está operando dentro do container com privilégios de root:

      • yum install mariadb-server

      Passo 6 — Fazendo o Commit de Alterações para uma Imagem Docker

      Quando você inicia uma imagem Docker, você pode criar, modificar e excluir arquivos da mesma forma que você faz com uma máquina virtual. As alterações que você fizer serão aplicadas apenas a esse container. Você pode iniciá-lo e pará-lo, mas depois de destruí-lo com o comando docker rm, as alterações serão perdidas para sempre.

      Esta seção lhe mostra como salvar o estado de um container como uma nova imagem Docker.

      Depois de instalar o servidor MariaDB dentro do container CentOS, agora você tem um container executando uma imagem, mas o container é diferente da imagem que você usou para criá-lo.

      Para salvar o estado do container como uma nova imagem, primeiro saia dele:

      • exit

      Em seguida, confirme ou faça o commit das alterações em uma nova instância de imagem Docker usando o seguinte comando. A chave -m é para a mensagem de commit que ajuda você e outras pessoas a saber quais alterações você fez, enquanto -a é usado para especificar o autor. O ID do container é aquele que você anotou anteriormente no tutorial quando iniciou a sessão Docker interativa. A menos que você tenha criado repositórios adicionais no Docker Hub, o repositório geralmente é seu nome de usuário do Docker Hub:

      • docker commit -m "O que você fez na imagem" -a "Nome do autor" container-id repositório/novo_nome_da_imagem

      Por exemplo:

      • docker commit -m "adicionado mariadb-server" -a "Sunday Ogwu-Chinuwa" 59839a1b7de2 finid/centos-mariadb

      Nota: Quando você faz o commit de uma imagem, a nova imagem é salva localmente, isto é, no seu computador. Posteriormente neste tutorial, você aprenderá a enviar uma imagem para um registro Docker, como o Docker Hub, para que ela possa ser avaliada e usada por você e por outras pessoas.

      Depois que a operação for concluída, listar as imagens Docker agora no seu computador deve mostrar a nova imagem, bem como a antiga da qual ela foi derivada:

      • docker images

      A saída deve ser desse tipo:

      Output
      REPOSITORY TAG IMAGE ID CREATED SIZE finid/centos-mariadb latest 23390430ec73 6 seconds ago 424.6 MB centos latest 778a53015523 5 weeks ago 196.7 MB hello-world latest 94df4f0ce8a4 2 weeks ago 967 B

      No exemplo acima, centos-mariadb é a nova imagem, que foi derivada da imagem CentOS existente do Docker Hub. A diferença de tamanho reflete as alterações que foram feitas. E neste exemplo, a mudança foi que o servidor MariaDB foi instalado. Então, da próxima vez que você precisar executar um container usando o CentOS com o servidor MariaDB pré-instalado, basta usar a nova imagem. As imagens também podem ser construídas a partir do que é chamado de Dockerfile. Mas esse é um processo mais complicado e que está bem fora do escopo deste artigo. Vamos explorar isso em um artigo futuro.

      Passo 7 — Listando os Containers Docker

      Depois de usar o Docker por um tempo, você terá muitos containers ativos (em execução) e inativos no seu computador. Para ver os ativos, use:

      • docker ps

      Você verá uma saída semelhante à seguinte:

      Output
      CONTAINER ID IMAGE COMMAND CREATED STATUS PORTS NAMES f7c79cc556dd centos "/bin/bash" 3 hours ago Up 3 hours silly_spence

      Para visualizar todos os containers — ativos e inativos, passe a ele a chave -a:

      • docker ps -a

      Para ver o container mais recente que você criou, utilize a opção -l:

      • docker ps -l

      Parar um container em execução ou ativo é tão simples quanto digitar:

      • docker stop container-id

      O container-id pode ser encontrado na saída do comando docker ps.

      Passo 8 — Enviando Imagens para um Repositório Docker

      A próximo passo lógico depois de criar uma nova imagem a partir de uma imagem existente é compartilhá-la com alguns de seus amigos selecionados, o mundo inteiro no Docker Hub ou outro registro Docker ao qual você tem acesso. Para enviar uma imagem para o Docker Hub ou qualquer outro registro Docker, você deve ter uma conta lá.

      Esta seção mostra como enviar uma imagem para o Docker Hub.

      Para criar uma conta no Docker Hub, registre-se em Docker Hub. Depois, para enviar sua imagem, primeiro faça o login no Docker Hub. Você será solicitado a se autenticar:

      • docker login -u usuário_do_registro_docker

      Se você especificou a senha correta, a autenticação deve ser bem-sucedida. Então você pode enviar sua própria imagem usando:

      • docker push usuário_do_registro_docker/nome-da-imagem-docker

      Isso levará algum tempo para ser concluído e, quando concluído, a saída será algo assim:

      Output
      The push refers to a repository [docker.io/finid/centos-mariadb] 670194edfaf5: Pushed 5f70bf18a086: Mounted from library/centos 6a6c96337be1: Mounted from library/centos …

      Depois de enviar uma imagem para um registro, ela deve estar listada no painel da sua conta, como mostra a imagem abaixo.

      Docker image listing on Docker Hub

      Se uma tentativa de envio resultar em um erro desse tipo, provavelmente você não efetuou login:

      Output
      The push refers to a repository [docker.io/finid/centos-mariadb] e3fbbfb44187: Preparing 5f70bf18a086: Preparing a3b5c80a4eba: Preparing 7f18b442972b: Preparing 3ce512daaf78: Preparing 7aae4540b42d: Waiting unauthorized: authentication required

      Faça o login e repita a tentativa de envio.

      Conclusão

      Há muito mais no Docker do que foi mostrado neste artigo, mas isso deve ser suficiente para você começar a trabalhar com ele no CentOS 7. Como a maioria dos projetos open source, o Docker é construído a partir de uma base de código em rápido desenvolvimento, portanto, crie o hábito de visitar a página do blog do projeto para as informações mais recentes.

      Confira também os outros tutoriais do Docker na Comunidade da DigitalOcean.



      Source link

      Create and Deploy a Docker Container Image to a Kubernetes Cluster


      Updated by Linode

      Contributed by

      Linode

      Kubernetes and Docker

      Kubernetes is a system that automates the deployment, scaling, and management of containerized applications. Containerizing an application requires a base image that can be used to create an instance of a container. Once an application’s image exists, you can push it to a centralized container registry that Kubernetes can use to deploy container instances in a cluster’s pods.

      While Kubernetes supports several container runtimes, Docker is a very popular choice. Docker images are created using a Dockerfile that contains all commands, in their required order of execution, needed to build a given image. For example, a Dockerfile might contain instructions to install a specific operating system referencing another image, install an application’s dependencies, and execute configuration commands in the running container.

      Docker Hub is a centralized container image registry that can host your images and make them available for sharing and deployment. You can also find and use official Docker images and vendor specific images. When combined with a remote version control service, like GitHub, Docker Hub allows you to automate building container images and trigger actions for further automation with other services and tooling.

      Scope of This Guide

      This guide will show you how to package a Hugo static site in a Docker container image, host the image on Docker Hub, and deploy the container image on a Kubernetes cluster running on Linode. This example, is meant to demonstrate how applications can be containerized using Docker to leverage the deployment and scaling power of Kubernetes.

      Hugo is written in Go and is known for being extremely fast to compile sites, even very large ones. It is well-supported, well-documented, and has an active community. Some useful Hugo features include shortcodes, which are an easy way to include predefined templates inside of your Markdown, and built-in LiveReload web server, which allows you to preview your site changes locally as you make them.

      Note

      This guide was written using version 1.14 of Kubectl.

      Before You Begin

      1. Create a Kubernetes cluster with one worker node. This can be done in two ways:

        1. Deploy a Kubernetes cluster using kubeadm.
          • You will need to deploy two Linodes. One will serve as the master node and the other will serve as a worker node.
        2. Deploy a Kubernetes cluster using k8s-alpha CLI.
      2. Create a GitHub account if you don’t already have one.

      3. Create a Docker Hub account if you don’t already have one.

      Set up the Development Environment

      Development of your Hugo site and Docker image will take place locally on your personal computer. You will need to install Hugo, Docker CE, and Git, a version control software, on your personal computer to get started.

      1. Use the How to Install Git on Linux, Mac or Windows guide for the steps needed to install Git.

      2. Install Hugo. Hugo’s official documentation contains more information on installation methods, like Installing Hugo from Tarball. Below are installation instructions for common operating systems:

        • Debian/Ubuntu:

          sudo apt-get install hugo
          
        • Fedora, Red Hat and CentOS:

          sudo dnf install hugo
          
        • Mac, using Homebrew:

          brew install hugo
          
      3. These steps install Docker Community Edition (CE) using the official Ubuntu repositories. To install on another distribution, see the official installation page.

        1. Remove any older installations of Docker that may be on your system:

          sudo apt remove docker docker-engine docker.io
          
        2. Make sure you have the necessary packages to allow the use of Docker’s repository:

          sudo apt install apt-transport-https ca-certificates curl software-properties-common
          
        3. Add Docker’s GPG key:

          curl -fsSL https://download.docker.com/linux/ubuntu/gpg | sudo apt-key add -
          
        4. Verify the fingerprint of the GPG key:

          sudo apt-key fingerprint 0EBFCD88
          

          You should see output similar to the following:

            
          pub   4096R/0EBFCD88 2017-02-22
                  Key fingerprint = 9DC8 5822 9FC7 DD38 854A  E2D8 8D81 803C 0EBF CD88
          uid                  Docker Release (CE deb) 
          sub   4096R/F273FCD8 2017-02-22
          
          
        5. Add the stable Docker repository:

          sudo add-apt-repository "deb [arch=amd64] https://download.docker.com/linux/ubuntu $(lsb_release -cs) stable"
          

          Note

          For Ubuntu 19.04 if you get an E: Package 'docker-ce' has no installation candidate error this is because the stable version of docker for is not yet available. Therefore, you will need to use the edge / test repository.

          sudo add-apt-repository "deb [arch=amd64] https://download.docker.com/linux/ubuntu $(lsb_release -cs) stable edge test"
          
        6. Update your package index and install Docker CE:

          sudo apt update
          sudo apt install docker-ce
          
        7. Add your limited Linux user account to the docker group:

          sudo usermod -aG docker $USER
          

          Note

          After entering the usermod command, you will need to close your SSH session and open a new one for this change to take effect.

        8. Check that the installation was successful by running the built-in “Hello World” program:

          docker run hello-world
          

      Create a Hugo Site

      Initialize the Hugo Site

      In this section you will use the Hugo CLI (command line interface) to create your Hugo site and initialize a Hugo theme. Hugo’s CLI provides several useful commands for common tasks needed to build, configure, and interact with your Hugo site.

      1. Create a new Hugo site on your local computer. This command will create a folder named example-site and scaffold Hugo’s directory structure inside it:

        hugo new site example-site
        
      2. Move into your Hugo site’s root directory:

        cd example-site
        
      3. You will use Git to add a theme to your Hugo site’s directory. Initialize your Hugo site’s directory as a Git repository:

        git init
        
      4. Install the Ananke theme as a submodule of your Hugo site’s Git repository. Git submodules allow one Git repository to be stored as a subdirectory of another Git repository, while still being able to maintain each repository’s version control information separately. The Ananke theme’s repository will be located in the ~/example-site/themes/ananke directory of your Hugo site.

        git submodule add https://github.com/budparr/gohugo-theme-ananke.git themes/ananke
        

        Note

        Hugo has many available themes that can be installed as a submodule of your Hugo site’s directory.
      5. Add the theme to your Hugo site’s configuration file. The configuration file (config.toml) is located at the root of your Hugo site’s directory.

        echo 'theme = "ananke"' >> config.toml
        

      Add Content to the Hugo Site

      You can now begin to add content to your Hugo site. In this section you will add a new post to your Hugo site and generate the corresponding static file by building the Hugo site on your local computer.

      1. Create a new content file for your site. This command will generate a Markdown file with an auto-populated date and title:

        hugo new posts/my-first-post.md
        
      2. You should see a similar output. Note that the file is located in the content/posts/ directory of your Hugo site:

          
        /home/username/example-site/content/posts/my-first-post.md created
            
        
      3. Open the Markdown file in the text editor of your choice to begin modifying its content; you can copy and paste the example snippet into your file, which contains an updated front matter section at the top and some example Markdown body text.

        Set your desired value for title. Then, set the draft state to false and add your content below the --- in Markdown syntax, if desired:

        /home/username/example-site/content/posts/my-first-post.md
         1
         2
         3
         4
         5
         6
         7
         8
         9
        10
        11
        12
        13
        
        ---
        title: "My First Post"
        date: 2019-05-07T11:25:11-04:00
        draft: false
        ---
        
        # Kubernetes Objects
        
        In Kubernetes, there are a number of objects that are abstractions of your Kubernetes system’s desired state. These objects represent your application, its networking, and disk resources – all of which together form your application. Kubernetes objects can describe:
        
        - Which containerized applications are running on the cluster
        - Application resources
        - Policies that should be applied to the application


        About front matter

        Front matter is a collection of metadata about your content, and it is embedded at the top of your file within opening and closing --- delimiters.

        Front matter is a powerful Hugo feature that provides a mechanism for passing data that is attached to a specific piece of content to Hugo’s rendering engine. Hugo accepts front matter in TOML, YAML, and JSON formats. In the example snippet, there is YAML front matter for the title, date, and draft state of the Markdown file. These variables will be referenced and displayed by your Hugo theme.

      4. Once you have added your content, you can preview your changes by building and serving the site using Hugo’s built-in webserver:

        hugo server
        
      5. You will see a similar output:

          
        &nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp| EN
        +------------------+----+
          Pages&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp| 11
          Paginator pages&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp|  0
          Non-page files&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp|  0
          Static files&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp|  3
          Processed images&nbsp&nbsp&nbsp|  0
          Aliases&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp|  1
          Sitemaps&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp|  1
          Cleaned&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp&nbsp|  0
        
        Total in 7 ms
        Watching for changes in /home/username/example-site/{content,data,layouts,static,themes}
        Watching for config changes in /home/username/example-site/config.toml
        Serving pages from memory
        Running in Fast Render Mode. For full rebuilds on change: hugo server --disableFastRender
        Web Server is available at http://localhost:1313/ (bind address 127.0.0.1)
        Press Ctrl+C to stop
        
        
      6. The output will provide a URL to preview your site. Copy and paste the URL into a browser to access the site. In the above example Hugo’s web server URL is http://localhost:1313/.

      7. When you are happy with your site’s content you can build the site:

        hugo -v
        

        Hugo will generate your site’s static HTML files and store them in a public directory that it will create inside your project. The static files that are generated by Hugo are the files that will be served to the internet through your Kubernetes cluster.

      8. View the contents of your site’s public directory:

        ls public
        

        Your output should resemble the following example. When you built the site, the Markdown file you created and edited in steps 6 and 7 was used to generate its corresponding static HTML file in the public/posts/my-first-post/index.html directory.

          
          404.html    categories  dist        images      index.html  index.xml   posts       sitemap.xml tags
            
        

      Version Control the Site with Git

      The example Hugo site was initialized as a local Git repository in the previous section. You can now version control all content, theme, and configuration files with Git. Once you have used Git to track your local Hugo site files, you can easily push them to a remote Git repository, like GitHub or GitLab. Storing your Hugo site files on a remote Git repository opens up many possibilities for collaboration and automating Docker image builds. This guide will not cover automated builds, but you can learn more about it on Docker’s official documentation.

      1. Add a .gitignore file to your Git repository. Any files or directories added to the .gitignore file will not be tracked by Git. The Docker image you will create in the next section will handle building your static site files. For this reason it is not necessary to track the public directory and its content.

        echo 'public/' >> .gitignore
        
      2. Display the state of your current working directory (root of your Hugo site):

        git status
        
      3. Stage all your files to be committed:

        git add -A
        
      4. Commit all your changes and add a meaningful commit message:

        git commit -m 'Add content, theme, and config files.'
        

        Note

        Any time you complete work related to one logical change to the Hugo site, you should make sure you commit the changes to your Git repository. Keeping your commits attached to small changes makes it easier to understand the changes and to roll back to previous commits, if necessary. See the Getting Started with Git guide for more information.

      Create a Docker Image

      Create the Dockerfile

      A Dockerfile contains the steps needed to build a Docker image. The Docker image provides the minimum set up and configuration necessary to deploy a container that satisfies its specific use case. The Hugo site’s minimum Docker container configuration requirements are an operating system, Hugo, the Hugo site’s content files, and the NGINX web server.

      1. In your Hugo site’s root directory, create and open a file named Dockerfile using the text editor of your choice. Add the following content to the file. You can read the Dockerfile comments to learn what each command will execute in the Docker container.

        Dockerfile
         1
         2
         3
         4
         5
         6
         7
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        22
        23
        24
        
        #Install the container's OS.
        FROM ubuntu:latest as HUGOINSTALL
        
        # Install Hugo.
        RUN apt-get update
        RUN apt-get install hugo
        
        # Copy the contents of the current working directory to the hugo-site
        # directory. The directory will be created if it doesn't exist.
        COPY . /hugo-site
        
        # Use Hugo to build the static site files.
        RUN hugo -v --source=/hugo-site --destination=/hugo-site/public
        
        # Install NGINX and deactivate NGINX's default index.html file.
        # Move the static site files to NGINX's html directory.
        # This directory is where the static site files will be served from by NGINX.
        FROM nginx:stable-alpine
        RUN mv /usr/share/nginx/html/index.html /usr/share/nginx/html/old-index.html
        COPY --from=HUGOINSTALL /hugo-site/public/ /usr/share/nginx/html/
        
        # The container will listen on port 80 using the TCP protocol.
        EXPOSE 80
            
      2. Add a .dockerignore file to your Hugo repository. It is important to ensure that your images are as small as possible to reduce the time it takes to build, pull, push, and deploy the container. The .dockerignore file excludes files and directories that are not necessary for the function of your container or that may contain sensitive information that you do not want to included in the image. Since the Docker image will build the static Hugo site files, you can ignore the public/ directory. You can also exclude any Git related files and directories because they are not needed on the running container.

        echo -e "public/n.git/n.gitmodules/n.gitignore" >> .dockerignore
        
      3. Follow the steps 2 – 4 in the Version Control the Site with Git section to add any new files created in this section to your local git repository.

      Build the Docker Image

      You are now ready to build the Docker image. When Docker builds an image it incorporates the build context. A build context includes any files and directories located in the current working directory. By default, Docker assumes the current working directory is also the location of the Dockerfile.

      Note

      If you have not yet created a Docker Hub account, you will need to do so before proceeding with this section.
      1. Build the Docker image and add a tag mydockerhubusername/hugo-site:v1 to the image. Ensure you are in the root directory of your Hugo site. The tag will make it easy to reference a specific image version when creating your Kubernetes deployment manifest. Replace mydockerhubusername with your Docker Hub username and hugo-site with a Docker repository name you prefer.

        docker build -t mydockerhubusername/hugo-site:v1 .
        

        You should see a similar output. The entirety of the output has been removed for brevity:

          
        Sending build context to Docker daemon  3.307MB
        Step 1/10 : FROM ubuntu:latest as HUGOINSTALL
         ---> 94e814e2efa8
        Step 2/10 : ENV HUGO_VERSION=0.55.4
         ---> Using cache
         ---> e651df397e32
         ...
        
        Successfully built 50c590837916
        Successfully tagged hugo-k8s:v1
            
        
      2. View all locally available Docker images:

        docker images
        

        You should see the docker image hugo-site:v1 listed in the output:

          
        REPOSITORY          TAG                 IMAGE ID            CREATED             SIZE
        hugo-k8s            v1                  50c590837916        1 day ago          16.5MB
            
        


      Push your Hugo Site Repository to GitHub

      You can push your local Hugo site’s Git repository to GitHub in order to set up Docker automated builds. Docker automated builds will build an image using a external repository as the build context and automatically push the image to your Docker Hub repository. This step is not necessary to complete this guide.

      Host your Image on Docker Hub

      Hosting your Hugo site’s image on Docker Hub will enable you to use the image in a Kubernetes cluster deployment. You will also be able to share the image with collaborators and the rest of the Docker community.

      1. Log into your Docker Hub account via the command line on your local computer. Enter your username and password when prompted.

        docker login
        
      2. Push the local Docker image to Docker Hub. Replace mydockerhubusername/hugo-site:v1 with your image’s tag name.

        docker push mydockerhubusername/hugo-site:v1
        
      3. Navigate to Docker Hub to view your image on your account.

        The url for your image repository should be similar to the following: https://cloud.docker.com/repository/docker/mydockerhubusername/hugo-site. Replace the username and repository name with your own.

      Configure your Kubernetes Cluster

      This section will use kubectl to configure and manage your Kubernetes cluster. If your cluster was deployed using kubeadm, you will need to log into your master node to execute the kubectl commands in this section. If, instead, you used the k8s-alpha CLI you can run all commands from your local computer.

      In this section, you will create namespace, deployment, and service manifest files for your Hugo site deployment and apply them to your cluster with kubectl. Each manifest file creates different resources on the Kubernetes API that are used to create and the Hugo site’s pods on the worker nodes.

      Create the Namespace

      Namespaces provide a powerful way to logically partition your Kubernetes cluster and isolate components and resources to avoid collisions across the cluster. A common use-case is to encapsulate dev/testing/production environments with namespaces so that they can each utilize the same resource names across each stage of development.

      Namespaces add a layer of complexity to a cluster that may not always be necessary. It is important to keep this in mind when formulating the architecture for a project’s application. This example will create a namespace for demonstration purposes, but it is not a requirement. One situation where a namespace would be beneficial, in the context of this guide, would be if you were a developer and wanted to manage Hugo sites for several clients with a single Kubernetes cluster.

      1. Create a directory to store your Hugo site’s manifest files.

        mkdir -p clientx/k8s-hugo/
        
      2. Create the manifest file for your Hugo site’s namespace with the following content:

        clientx/k8s-hugo/ns-hugo-site.yaml
        1
        2
        3
        4
        5
        
        apiVersion: v1
        kind: Namespace
        metadata:
          name: hugo-site
              
        • The manifest file declares the version of the API in use, the kind of resource that is being defined, and metadata about the resource. All manifest files should provide this information.
        • The key-value pair name: hugo-site defines the namespace object’s unique name.
      3. Create the namespace from the ns-hugo-site.yaml manifest.

        kubectl create -f clientx/k8s-hugo/ns-hugo-site.yaml
        
      4. View all available namespaces in your cluster:

        kubectl get namespaces
        

        You should see the hugo-site namespace listed in the output:

          
        NAME          STATUS   AGE
        default       Active   1d
        hugo-site     Active   1d
        kube-public   Active   1d
        kube-system   Active   1d
            
        

      Create the Service

      The service will group together all pods for the Hugo site, expose the same port on all pods to the internet, and load balance site traffic between all pods. It is best to create a service prior to any controllers (like a deployment) so that the Kubernetes scheduler can distribute the pods for the service as they are created by the controller.

      The Hugo site’s service manifest file will use the NodePort method to get external traffic to the Hugo site service. NodePort opens a specific port on all the Nodes and any traffic that is sent to this port is forwarded to the service. Kubernetes will choose the port to open on the nodes if you do not provide one in your service manifest file. It is recommended to let Kubernetes handle the assignment. Kubernetes will choose a port in the default range, 30000-32767.

      Note

      The k8s-alpha CLI creates clusters that are pre-configured with useful Linode service integrations, like the Linode Cloud Controller Manager (CCM) which provides access to Linode’s load balancer service, NodeBalancers. In order to use Linode’s NodeBalancers you can use the LoadBalancer service type instead of NodePort in your Hugo site’s service manifest file. For more details, see the Kubernetes Cloud Controller Manager for Linode GitHub repository.
      1. Create the manifest file for your service with the following content.

        clientx/k8s-hugo/service-hugo.yaml
         1
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        13
        14
        
        apiVersion: v1
        kind: Service
        metadata:
          name: : hugo-site
          namespace: hugo-site
        spec:
          selector:
            app: hugo-site
          ports:
          - protocol: TCP
            port: 80
            targetPort: 80
          type: NodePort
            
        • The spec key defines the Hugo site service object’s desired behavior. It will create a service that exposes TCP port 80 on any pod with the app: hugo-site label.
        • The exposed container port is defined by the targetPort:80 key-value pair.
      2. Create the service for your hugo site:

        kubectl create -f clientx/k8s-hugo/service-hugo.yaml
        
      3. View the service and its corresponding information:

        kubectl get services -n hugo-site
        

        Your output will resemble the following:

          
        NAME        TYPE       CLUSTER-IP     EXTERNAL-IP   PORT(S)        AGE
        hugo-site   NodePort   10.108.110.6           80:30304/TCP   1d
            
        

      Create the Deployment

      A deployment is a controller that helps manage the state of your pods. The Hugo site deployment will define how many pods should be kept up and running with the Hugo site service and which container image should be used.

      1. Create the manifest file for your Hugo site’s deployment. Copy the following contents to your file.

        clientx/k8s-hugo/deployment.yaml
         1
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        22
        
        apiVersion: apps/v1
        kind: Deployment
        metadata:
          name: hugo-site
          namespace: hugo-site
        spec:
          replicas: 3
          selector:
            matchLabels:
              app: hugo-site
          template:
            metadata:
              labels:
                app: hugo-site
            spec:
              containers:
              - name: hugo-site
                image: mydockerhubusername/hugo-site:v1
                imagePullPolicy: Always
                ports:
                - containerPort: 80
              
        • The deployment’s object spec states that the deployment should have 3 replica pods. This means at any given time the cluster will have 3 pods that run the Hugo site service.
        • The template field provides all the information needed to create actual pods.
        • The label app: hugo-site helps the deployment know which service pods to target.
        • The container field states that any containers connected to this deployment should use the Hugo site image mydockerhubusername/hugo-site:v1 that was created in the Build the Docker Image section of this guide.
        • imagePullPolicy: Always means that the container image will be pulled every time the pod is started.
        • containerPort: 80 states the port number to expose on the pod’s IP address. The system does not rely on this field to expose the container port, instead, it provides information about the network connections a container uses.
      2. Create the deployment for your hugo site:

        kubectl create -f clientx/k8s-hugo/deployment.yaml
        
      3. View the Hugo site’s deployment:

        kubectl get deployment hugo-site -n hugo-site
        

        Your output will resemble the following:

          
        NAME        READY   UP-TO-DATE   AVAILABLE   AGE
        hugo-site   3/3     3            3           1d
            
        

      View the Hugo Site

      After creating all required manifest files to configure your Hugo site’s Kubernetes cluster, you should be able to view the site using a worker node’s IP address and its exposed port.

      1. Get your worker node’s external IP address. Copy down the EXTERNAL-IP value for any worker node in the cluster:

        kubectl get nodes -o wide
        
      2. Access the hugo-site services to view its exposed port.

        kubectl get svc -n hugo-site
        

        The output will resemble the following. Copy down the listed port number in the 30000-32767 range.

          
        NAME        TYPE       CLUSTER-IP     EXTERNAL-IP   PORT(S)        AGE
        hugo-site   NodePort   10.108.110.6           80:30304/TCP   1d
            
        
      3. Open a browser window and enter in a worker node’s IP address and exposed port. An example url to your Hugo site would be, http://192.0.2.1:30304. Your Hugo site should appear.

        If desired, you can purchase a domain name and use Linode’s DNS Manager to assign a domain name to the cluster’s worker node IP address.

      Tear Down Your Cluster

      To avoid being further billed for your Kubernetes cluster, tear down your cluster’s Linodes. If you have Linodes that existed for only part a monthly billing cycle, you’ll be billed at the hourly rate for that service. See How Hourly Billing Works to learn more.

      Next Steps

      Now that you are familiar with basic Kubernetes concepts, like configuring pods, grouping resources, and deploying services, you can deploy a Kubernetes cluster on Linode for production use by using the steps in the following guides:

      More Information

      You may wish to consult the following resources for additional information on this topic. While these are provided in the hope that they will be useful, please note that we cannot vouch for the accuracy or timeliness of externally hosted materials.

      Find answers, ask questions, and help others.

      This guide is published under a CC BY-ND 4.0 license.



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